EXERCÍCIO FÍSICO E DEPRESSÃO
- geralnbfisio
- há 3 dias
- 1 min de leitura
Atualizado: há 2 dias

No caso da depressão, é bastante frequente a desmotivação, a falta de energia, a percepção de fadiga e sintomas relacionados com tristeza, que fazem com que os pacientes não estejam dispostos a praticar exercício físico. Nestas situações, é aconselhável a prática com apoio profissional, de forma a maximizar os efeitos antidepressivos.
É ainda recomendável que os pacientes sejam envolvidos na escolha do exercício de forma a aumentar a adesão, que sejam abordadas as barreiras psicológicas subjacentes à depressão e à prática de exercício físico, e que se consiga implementar o exercício no dia‑a‑dia dos pacientes.
Como primeira fase, são recomendadas as estratégias de reforço e motivação, de forma a iniciar e aumentar a adesão ao exercício físico, seguindo‑se as estratégias direcionadas para a manutenção da rotina do exercício no dia‑a‑dia do paciente.
Para além dos efeitos antidepressivos, são inúmeras as consequências positivas associadas à prática do exercício físico:
Redução do stress e da ansiedade;
Melhoria do humor, da concentração, memória, autoestima e autoconfiança;
Melhoria da circulação sanguínea, do sistema cardiovascular e músculo‑esquelético;
Redução do risco de doenças crónicas e o controlo do peso corporal.
É ainda importante salientar que o exercício físico é uma estratégia terapêutica de baixo custo, de enorme aceitação, sem efeitos adversos, ainda mais quando associado a supervisão profissional, podendo, desta forma, ser utilizado como terapêutica complementar na depressão.
E depois de ler este texto, aceitam o desafio de começar 2026 mais ativos?



Comentários